Resultado de um espetáculo único realizado no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, a gravação Pixinguinha de Paulo Moura e Os Batutas é uma recriação inspirada do repertório clássico do gênio do choro. Com a formação de um octeto, nos moldes do grupo Oito Batutas de Pixinguinha, Paulo Moura extasia plateia evocando toda a vitalidade e beleza do gênero, ao qual imprime assinatura própria. Para a missão, a banda está à altura: Joel do Nascimento no bandolim, Zé da Velha no trombone, Jorge Simas no violão de 7 cordas, Márcio Almeida no cavaquinho, Jorginho no pandeiro e Marçal e Jovi dividindo a percussão. Um disco belo e carinhoso. O disco ganhou, em 1998, o Prêmio Sharp na categoria Instrumental de Melhor Disco e Melhor Grupo e foi lançado no mercado internacional, pelo selo Blue Jackel, com o nome Pixinguinha. Em 2000, ganhou o I Grammy Latino como Melhor Álbum de Música de Raiz.